
Sou da opinião de que um casal não precisa beijar para se conhecer. A amizade é que as fará conhecerem-se mutuamente. Por este motivo, é importante que um relacionamento amoroso tenha por base uma amizade sólida e saudável. Não sou apologista de desenvolver somente a amizade dentro do relacionamento amoroso, pois nesse período, o casal tem a tendência de entregar-se mais ao sentimentalismo do que à verdadeira amizade que solidificará o futuro casamento. A amizade deverá começar antes do envolvimento amoroso, pois ela é uma componente essencial para um namoro e um casamento saudável. Não serão os beijos que manterão um casamento na hora da crise, mas sim a amizade e o amor incondicional. Em relação aos toques físicos, a Bíblia ensina-nos que o domínio próprio é uma das virtudes do Espírito Santo:
“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e desejos.” (Gálatas 5:22-24)
Na verdade, quem não é capaz de esperar para ter intimidade através de toques físicos até o casamento, não ama de verdade. Alguém que não é capaz de ter domínio próprio e esperar o casamento para desenvolver o relacionamento físico, talvez quando estiver casado também não seja capaz de ter domínio próprio para ser fiel ao cônjuge. Sexo não é a maior prova de amor, nem o beijo, nem os toques que poderão levar a pessoa a sentir-se abrasada. A maior prova de amor é a demonstração de paciência e respeito pelo corpo e emoções do outro. Quem ama espera o tempo certo para tudo. Precisamos entender o amor sacrificial de 1 Coríntios 13 e pedir a Deus que nos ensine a amar de verdade.
- Em relação aos toques físicos gostaria de saber a vossa opinião sobre que tipos de toques poderão haver num relacionamento e que toques não convêm ter. Grata.
Ágata Larsen
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